Ainda o sol se está a pôr e já tu,
Branca, preparas-te para adormecer,
Repousar de um dia repleto de trabalho
E viver as horas vagas de um compromisso,
Que tu e somente tu,
Crias-te enquanto dizias sim.
Sem compaixão e impulsividade,
Fechas os olhos
E o teu corpo perde o tacto à realidade,
A esta vida.
Eu tento fechar os olhos da mesma forma,
Acreditar que isto é o mais correcto,
Mas dentro de mim,
Apenas imerge uma criança.
Espírito de um impulsivo explorador,
De uma alegria ingénua,
Calço as pantufas digeridas pelo tempo,
E as riscas do pijama,
Caiem nuas no cimento.
O teu rosto não esboça qualquer emoção,
As tuas mãos macias,
Autênticos livros por escrever,
Provavelmente nem a ti,
Os sonhos chegarão.
Lamento profundamente.
Passo a passo, saio porta fora,
De sorriso no coração,
Pois esta noite brinco
E morro na palma da tua mão.
Branca, preparas-te para adormecer,
Repousar de um dia repleto de trabalho
E viver as horas vagas de um compromisso,
Que tu e somente tu,
Crias-te enquanto dizias sim.
Sem compaixão e impulsividade,
Fechas os olhos
E o teu corpo perde o tacto à realidade,
A esta vida.
Eu tento fechar os olhos da mesma forma,
Acreditar que isto é o mais correcto,
Mas dentro de mim,
Apenas imerge uma criança.
Espírito de um impulsivo explorador,
De uma alegria ingénua,
Calço as pantufas digeridas pelo tempo,
E as riscas do pijama,
Caiem nuas no cimento.
O teu rosto não esboça qualquer emoção,
As tuas mãos macias,
Autênticos livros por escrever,
Provavelmente nem a ti,
Os sonhos chegarão.
Lamento profundamente.
Passo a passo, saio porta fora,
De sorriso no coração,
Pois esta noite brinco
E morro na palma da tua mão.
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