
Sob o olhar constante da lua
Uma razão cresce na palma
Da nossa mão,
E depois de acreditar
É a nossa vez de mudar,
Aprender a dizer adeus
E voltar ao princípio,
De cada estação,
Ao nosso “Eu”,
Pois esse é o lugar que cada um,
Segundo tristezas e proezas,
Aclama de “Casa”!
Sem comentários:
Enviar um comentário