terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A precisão requer perfeição

O ligeiro toque da ponta da caneta
Ao longo do papel.
Emparelhando cada segmento
Daquele que pode ser a tua vida
Sentamo-nos numa árvore
Sentimos o seu bater, cheiro e suavidade
Correntes atravessam a sua razão de ser
Sem se aperceber do que está a fazer.
Trinta caminhos de plena harmonia
O asfalto, esse, o mais macio e brilhante
Engana cada um consoante a sua mania.
Olha á volta. É isso que queres?
Pega nesta folha e esboça o amor,
De que tanto me falas
Daquele que nunca percebi
Pois as tuas palavras são uma criança.
Qual professor? Qual criador?
Nós sentimos e pressentimos
Sem qualquer razão de ser.
A verdade ninguém a conhece.
Cada um tem a sua verdade,
A razão. Ama-la?
Ela conhece a tua imaginação!

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