sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Padrinho!

A severidade de cada caminho,
Ambíguo a cada opção,
Permanece inerte ao olhar
Da resposta do fundo do coração.

Oh! Padrinho nosso!

Sem tempo para intimidar ou acobardar
Abro os portões da vida
Com vontade própria e estipulo
Para o mundo, a verdade dentro do meu olhar!

Oh! Padrinho meu!

Olhar e respeitar está um passo
Da realidade que tu me podes ensinar.
Mas, neste momento, preciso do meu espaço
As minhas dúvidas, deixar sentir e apaixonar.

Oh! Padrinho deles!

Cada fundamento tem um termo
E a cada segundo, a cada batida,
Cada paixão ardente que sinta,
Apenas eleva a balada vivida.

Oh! Amor nosso!

Oh! Poder meu!

Oh! Vontade deles!

Qual razão? Qual premonição?
Apenas o sorriso da paixão
Te mostrará a liberdade nua e reconfortante,
Daquela que pode ser a tua canção!

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