Quero tanto sair ás ruas deste Natal.. Porque não?
Provavelmente porque,
Provavelmente porque,
O tempo que me acorrenta
A uma cadeira rodeada de livros
Deixa uma janela aberta
Para o ar poder circular
Mas o que não vê,
Não o deixa de ser
E a minha mente por si
Contínua a divagar.
Triste eu sou!
Ao ver o tempo a brincar..
Porque da mente do outro
Porque da mente do outro
Se escrevem palavras para não acordar,
E enfim...
E enfim...
Um medo não deixar concretizar.
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