quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Oxelfer

Tu!
Que tão pouco me contas
E foges por entre esse sorriso
Irónico e caprichoso.
Não duvides
Daquilo que não vês,
Pois apenas há luz,
E um vulto,
A crer (des)aparecer.
É sozinho na escuridão
Que me encontro a mim próprio,
Embora seja verdadeiro este embarque
Desta minha suposta, Aparição.

É neste impasse instantâneo
Que me apetece abrir os portões
Acorrentados pelo reflexo
Daquele que foi um dia...


Saiam palavras! Tudo perdi.
Talvez amanhã encontre.


Não sem este, eu, teu reflexo.
De que tens medo?
Afinal é aos outros que fazes feliz.
E eu, teu reflexo?
Aquele a quem deixas -te fugir.


Mostra-te!
(des)Apaixona-te!

1 comentário:

Anónimo disse...

Gostei muito